ÁKIRA AVALANX (Luna Ákira)

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Ákira, Produtora Cultural, Performer e Dançarina desde 2009. Atualmente reside em São Paulo, fundadora da House/Grupo Avalanx (A.V.A) em 2017, atualmente existente em SP, CE e MG. É uma das pioneiras da Cultura Ballroom e movimento Vogue no Brasil, também Articuladora Voluntária do Programa IST / AIDs do Município de São Paulo, membro da House / Grupo West de Nova Iorque, Projeto Turmalinas Negras e Assistente de Produção do Coletivo Gurias.

Artisrta Ákira Avalanx
ALICE GUEL

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Alice Vilas Boas, mais conhecida como Alice Guél, nascida e criada no interior de São Paulo, lançou em 2017 de maneira independente seu primeiro trabalho autoral, “Alice no país que mais mata travestis”, e com a boa repercussão de suas apresentações ao vivo, se tornou referência na cena artística paulistana ao lado de nomes como Jup do Bairro, Danna Lisboa, Monna Brutal e Linn da Quebrada, com quem dividiu o palco do Sesc 24 de maio na edição 2018 da Virada Cultural de São Paulo.
Passou por festivais como o Bananada (Goiânia-GO), Febre (Sorocaba-SP), Não vai ter coca (São Caetano do Sul-SC), Uneversos (Rio de Janeiro - RJ), SIM (São Paulo - SP), além de participar das edições da festa MARSHA! na Virada Cultural 2019 de Belo Horizonte, no Rio de Janeiro e na programação do SP na Rua.
Alice lançou no fim de 2019 seu segundo trabalho, um EP de 5 faixas intitulado “Alice em frente ao espelho”.. O EP é mais um passo dado na direção de seu amadurecimento artístico, trazendo para o rap as diversas referências sonoras que fazem parte da sua vida como a música gospel, o R&B, o house e o trip hop.

Alice Guel
ALL ICE (Omo Afefe)

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All Ice é multiartista, pesquisador de comunicações decoloniais e pai transexual. Em 2019, lançou o EP “Quebra das Algemas", em 2020 o single vendaval. 2021 lançou o single sem se afogar. Atualmente está envolvido na circulação do seu segundo álbum, Universo Nu , disponível em todas as plataformas digitais. Vive e trabalha em São Paulo.

Artista All Ice
ALLURA HAILLAN

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Allura Haillan é artista independente, produtora, modelo, maquiadora e nail designer. Atualmente em seus 21 anos coleciona em sua trajetória muito descobrimento de si mesma enquanto artista e travesti, através da música e estética. Seu álbum audiovisual independente e de sua autoria (Fenix) carrega de forma sensível e poética seus processos de autoconhecimento e suas vivências desde a adolescência até a fase adulta. Trazendo sempre análises profundas sobre seu processo de transição de gênero.

Artista Allura Haillan
ANGELÍQUE FARNOCHIA

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Angelíque Farnocchia é cantora e musicista Sorocabana, 19 anos. Ingressou ao universo artístico aos 6 anos fazendo aulas de teclado. Aos 8 anos tocava junto de sua primeira banda escolar. Com 10 anos, iniciou os estudos no canto e violão. Conheceu a arte Drag, com a qual desenvolveu técnicas de maquiagem e performance expressivas para palco. Cursou teatro livre no Sesi Sorocaba de 2016 a 2019. Em 2020, formou o trio Apollo-X, voltado para música R&B, desfeito no começo de 2022. Atualmente, segue carreira Solo.

Artista Ange Farnocchia
ATELIÊ TRANSMORAS

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Ateliê TRANSmoras é um agrupamento de pessoas que se encontrou nessa encruzilhada: um espaço de produção de arte, moda e cultura voltado à comunidade trans. Localizado na Moradia Estudantil da Unicamp, desde 2031 é uma ocupação, espaço de residência artística e ponto de convívio fundado pela estilista e ativista Vicenta Perrotta. Como agentes de fomento de uma rede de ativistas e artistas, o Ateliê colabora no aperfeiçoamento e produção de projetos, sendo responsável pelo desenvolvimento de tecnologias sociais e estratégias para a autonomia de corpas subalternizadas, com foco no empoderamento econômico e intelectual. Desenvolveu projetos com a coletividade MARSHA!, Centro Cultural São Paulo, Instituto Tomie Ohtake, SESC SP, Casa do Povo, TODXS, entre outros.

Artistas do Ateliê Transmoras
CINTIA RIZOLI

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Cíntia Rizoli é mulher cisgênera, 33 anos, natural de Campinas/SP. Trabalha com temáticas que envolvem diversidade, dissidências e afetos com uma abordagem documental. É integrante da Cultura Ballroom, onde desenvolve um trabalho de pesquisa e documentação visual chamado Fervo Ballroom. Ao longo de sua trajetória na fotografia participou de diferentes exposições, como Convocatória “Gênero e Identidade” (Curitiba/2017); Ensaio Coletivo sobre a Parada do Orgulho LGBTQIA+ de SP (São Paulo/2018); II Bienal de Artes da Ocupação Ouvidor 63 (São Paulo/2018); Residência Artística "Mulheres em Residência" (Curitiba/2021); Programa Educacional de Mentoria do Projeto 150 Fotos para São Paulo (São Paulo/2021) e Foundry Photojournalism Workshop (2021).

DIAMEYKA ODARA

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Cantora, compositora, produtora cultural e Mother da Casa de Odara.

Artista Diameyka Odara
DJ KING (Augusto Borges)

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DJ NAOMI X (Gabriela Naomi)

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DJ Naomi X iniciou na arte drag em 2018, como forma de conseguir recursos para terminar sua faculdade. Depois, começou a se arriscar como DJ, arte a qual desenvolve até hoje, embora a drag tenha entrado em hiatus. “Toco uma farofa, mas meu coração bate mais forte pelo conceito, batidas de hip hop, funk militante, reggaeton, tudo que tenho um grave envolvimento.” Além de DJ, Naomi é bióloga, estudante de pedagogia e consultora de inclusão e diversidade.

Artista DJ Naomi X
EDAN MUTATIS (Edan Mar)

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Edan Mar é transmasculino, latino, multiartista, educador e produtor cultural. Nasceu na Colômbia, e mora em São Paulo (Brasil) desde 2017. Graduado em sociologia com experiência em processos de pesquisa, educação, direitos humanos, cultura e arte, relacionados com temas de sexualidade, gênero, identidade, raça, corpo e poder. Faz parte da Cultura Ballroom desde 2018, onde performa principalmente nas categorias Runway e Old way. Prince da Casa de Mutatis (@houseofmutatis), na qual participa desde 2019.

EWE PIXAIN

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Ewe Pixain, não-binárie, multiartista residente de Ribeirão Preto, iniciou seus trabalhos em 2018 como DJ. Dali vem direcionando suas experiências e vivências na música e expandindo como mestre de cerimônia, produtor cultural, performer, arte educador, técnico de som dentre outras expressões que representam sua pessoa.

Artista DJ Pixain
HELENA AGALANÉA

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Helena Agalenéa é Escritora, Atriz e Travesti. Bruxa feminista não monogâmica, bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp e graduanda em Estudos Literários pela mesma instituição. Feiticeira poetisa sacerdotisa de Inanna, contadora de histórias. Atriz da coletiva Rainha Kong.

Artista Helena Agalenéa
IRMÃS DE PAU

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Irmãs de Pau é uma dupla musical composta pelas multi artistas Isma Almeida e Vita Pereira. A partir de influências e ritmos transpretos, sobretudo o funk, constroem e destroem as narrativas do que é ser travesti no Brasil. As artistas usam da música para expressar seus sentimentos, vivências e inquietações enquanto travestis negras da periferia.

Artistas Irmãs de Pau, Isma Almeida e Vita Pereira
LABORATÓRIO CISCO

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​Coraci Ruiz, mulher cisgênera, é graduada em Dança, mestre em Cultura Audiovisual e Mídia e doutora em Multimeios, todos pela Unicamp. Julio Matos, homem cisgênero, é formado em Sociologia na Unicamp e mestre em Mídia e Comunicação pela Goldsmiths University of London. Juntos fundaram, em 2003, a produtora de documentários Laboratório Cisco. O primeiro longa da dupla, Cartas para Angola (2012), participou de diversos festivais e foi premiado no Brasil, Angola, Portugal e Bélgica; Limiar (2020), dirigido por Coraci e produzido por Julio, vem circulando por dezenas de festivais em diversos países e recebeu dezoito premiações no Brasil e no exterior.

Artistas do Laboratório Cisco, Coraci Ruiz e Julio Matos
LINO CALIXTO E HARPYA SATANARA

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Lino Calixto e Harpya Satanara se conheceram em 2016 enquanto cursavam Artes Cênicas e Artes Visuais, respectivamente, na Unicamp. Em Campinas, começaram a traçar caminhos artísticos entre encontros e afastamentos e desenvolveram um trabalho conjunto que tem como tema o afeto e a sobrevivência de sua parceria frente às ameaças de suas realidades trans. Dues artistas que têm pontos de partida diferentes, Lino, de Belém do Pará, e Harpya, de Rio Claro, SP, trocam expressões afetivas, gerando, a partir desse encontro, convergências e tensões com as quais fazem estudo de processo, desenvolvimento de aparições, manipulação de materiais no espaço e investigação autonarrativa.

Artistas Lino Calixto e Hapya Satanara
LUARA SOUZA

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​Produtora de conhecimentos e estudos de corpos pretos e trans com suas narrativas cotidianas. Ativista dos movimentos Trans na cidade de Campinas; Artista visual e decolonizadora de pautas do movimento negro e trans e universitária, integrante da Kiki Casa de Odara.

Artista Luara Souza
MAJESTADE BABILÔNIA

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Majestade Babilônia, Dj, Produtora e pastora, travesti preta, fundadora e mãe da Real Casa de Babilônia. Nascida na quebrada do Paranapanema, em Campinas, interior de São Paulo, através do seu som, vem trazer unção entre o trava funk, brasilidades e os mais diversos gostos musicais. Para além de muito poder e glória, a patroa é performer residente da festa Bicuda e criadora da página Campinas is Burning, além da produção de festas T em Campinas.

Artista DJ Majestade
MARVENA UBUNTU (Maria Mar)

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Multiartista autodidata, arte educadora informal na área de maquiagem artística. Iniciou sua investigação artística em 2015 motivada pelo reality show Rupaul's Drag Race. De forma independente, Maria Mar dá vida à Drag Queen Marvena, a partir de tutoriais disponíveis na internet, fazendo seu primeiro curso formal de maquiagem apenas em 2020, na U!Make escola de maquiagem em São Paulo. A partir daí, passou a aprimorar-se nas técnicas artísticas e de realce.

Artista Marvena, Maria Mar de Ubuntu Marciano
PAUL PARRA

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Autodidata em artes visuais, Paul Parra iniciou em 2016 uma profunda investigação sobre gênero e sexualidade em si, processo no qual a arte passou a desdobrar suas percepções e afetos enquanto transmasculino não-binário e pansexual. Em suas obras, retrata emoções e conflitos entre corpos, sentidos, sentimentos, trânsitos e transições. Desenvolveu em 2017 e 2018 a série Transvyadagem, uma coletânea de obras que abordam sua transição de gênero e suas relações afetivas, exibidas em Campinas e Fortaleza. Em 2019 desenvolveu o projeto TRANSpassadxs, uma exposição de 21 obras de arte criadas a partir do relato de vida de dez pessoas trans. A Exposição circulou as cidades de Campinas e Sorocaba em 2021. Em 2020, foi contemplado no edital da Secretaria Municipal de Cultura de Campinas para o desenvolvimento dos projetos O Barulho do Silêncio e Odara, exibidos de forma online. No mesmo ano, recebeu o Prêmio Trajetória Cultural, da Secretaria Municipal de Cultura de Campinas, como reconhecimento por sua atuação artístico-cultural na cidade.

Artista Paul Parra
PURI CANDACES (Puri Yaguarete)

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​Puri Yaguarete é artista visual, educador, ator, palhaço, malabarista, performer e dançarino. Originário do Rio de Janeiro, atualmente vive em São Paulo atuando na intersecção de linguagens artísticas tendo o movimento como gerador de conhecimento e comunicação. Integra a Legendary Casa de Candaces, coletivo que movimenta o protagonismo de pessoas trans racializades dentro da comunidade Ballroom e a Internacional Iconic House of Ninja.

Artista Puri Yaguarte
RAFA KENNEDY

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Rafaela Kennedy, 27 anos, nascida e criada em Manaus - Amazonas, atualmente reside em Campinas, no interior de São Paulo, onde desde 2016 desenvolve o projeto coletivo Ateliê TRANSmoras, que celebra a vida de travestis e pessoas trans, projetando a autonomia como um ato político. Atualmente a artista dedica-se a fotografia, desnaturalizando a não-presença de travestis e pessoas trans, criando conexões entre corpo e natureza, buscando de forma sensível construir registros ancestrais do agora, valorizando belezas singulares dentro dos seus retratos. A retomada de sua ancestralidade indígena e a construção de sua identidade travesti é parte do seu processo de pesquisa, tendo fé que a encantaria permanece dentro dos corpos não-normativos, sobretudo nos amazônicos, que são nas brechas que se constrói vida em abundância e é onde firma suas obras, suas magias, emanando vibrações que causam aproximação e reconhecimento, ao mesmo tempo que rompe com as éticas e moralidades enraizadas no Brasil.

Artista Rafa Kennedy
RAINHA KONG

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A RAINHA KONG é uma coletiva de teatro fundada em 2016 em Campinas e que hoje está sediada na cidade de São Paulo. Atualmente, a coletiva está contemplada pela Lei de Fomento ao Teatro da cidade de São Paulo com o projeto As Histórias Vistas de Baixo. O primeiro espetáculo da companhia, O Bebê de Tarlatana Rosa, estreou em 2016 no departamento de Artes Cênicas da Unicamp e se apresentou no FETO (Festival Estudantil de Teatro de Belo Horizonte - 2017), no Festival de Teatro Universitário da UFRN (2017), no Teatro de Contêiner em São Paulo (2017), na Mostra Todos os Gêneros, organizada pelo Itaú Cultural em São Paulo (2018) e, em 2021, realizou, com apoio da Lei de Fomento, temporada online nos teatros municipais paulistanos Arthur de Azevedo, Cacilda Becker, Alfredo Mesquita e João Caetano. Em 2022, a RAINHA KONG estreia seu novo espetáculo chamado Sarah e Hagar decidem matar Abraão, com direção de Diego Moschkovich.

Artistas da coletiva Rainha Kong
VICK AISHA | MADAME SATÃ

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Victoria Aisha tem 24 anos e é natural de Santa Barbara d' Oeste, onde reside atualmente. Atua na multiplicidade das Artes, incluindo moda, costura e gestão cultural. Tendo como foco de trabalho a linguagem da performance, a artista interliga em suas pesquisas a poesia, a dança, a ancestralidade e a estética macumbística travesti como base para suas produções. Tecendo críticas potentes ao momento histórico em que vivemos e denunciando as violências sofridas pela comunidade trans, atua desde 2017 de forma autodidata e foi Destaque Cultural de Santa Bárbara em 2018 e, em 2019, consagrou-se como a primeira travesti da região a receber a Medalha Zumbi dos Palmares. Traz, junto com a bagagem, suas vivências enquanto travesti preta radicada no país que mais mata pessoas trans no mundo.

Artista Vick Aisha
VISTA VASKES

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Marca revolucionária de roupas tecnologicamente TRANSFIGURADAS e desenvolvidas pela Estilista Travesty Preta Dill Vaskes, nossa mother.

Artista Vista Vaskes
ZURE GABRIEL

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​Zure Gabriel artista, ativista, 21 anos, morador da Zona Sul de São Paulo. Multiartista, percorre ampla gama de artes, do audiovisual às Artes Plásticas. “Ser Trans é ser isso, transitar em tudo e no final não ser nada. Me encontro nessa caminhada desde meus 14 anos, com medo de não me colocar em jogo porque tinha medo de perde. Hoje estou jogando todas as minhas artes para ganhar, sou cobra rasteira. Existo pra mostrar as possibilidades de realidades pra todes.”

Artista Zure Gabriel

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